sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Dois em Um


UM. No dia seguinte à divulgação de um estudo anual da UEFA em que Sporting está no top 10 dos clubes com melhor prestação financeira e o Benfica é nomeado o 2º clube com maior dívida no mundo…os jornais “amigos de Vieira” preferem fazer capa com duas notícias sobre contratações hipotéticas do encarnados. Não estava à espera, sou sincero, de uma capa com uma cara de Vieira mal disposto e com um título sugestivo como “Campeão da Dívida!”, mas tenho a certeza que se os factos fossem inversamente atribuídos aos clubes, não haveria coisa mais certa que fosse…uma bela capa com a cara de um BdC desolado e o título…”Campeão da Dívida!”, enquanto noutra janela surgiria mais uma pose de estadista de Vieira acompanhada pela frase “No topo da Europa”…ou mesmo “Uma gestão exemplar”. É o circo manipulador que temos, é contra isto que temos todos de lutar, é neste tipo de detalhes que podemos compreender a campanha de intoxicação permanente de que o Sporting e os Sportinguistas são alvo. 

DOIS. Também entendo agora o porquê de tanta insistência por parte de alguns opinadores mediáticos e bloggers encarnados, que têm passado as últimas semanas a discursar sobre as finanças do Sporting, laboriosamente a consultar os nossos R&C’s à cata de números que possam baralhar e tirar leituras absurdas para que possam dizer que o seu clube não é o pior. Costuma-se dizer que com os problemas dos outros qualquer um pode bem, mas ao que parece a mesquinhez de muitos benfiquistas leva-os a tentar que os seus pares pensem precisamente o contrário, alegrando-se com o facto de estarem melhor que o Sporting e não com a saúde das suas finanças. Isto é complexo de pobre, sintoma de inveja e todo o reflexo de uma cultura de mentira e falsidade, facto que para mim ilustra completamente a verdadeira arma da presidência de Vieira - a propaganda que estupidifica, ainda mais, uma grande fatia de adeptos do Benfica. 


SL

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O Bom, o Mau e os Vilões

O Bom
CR7 acumulou o prémio FIFA e o Balon D'Or para melhor jogador de 2016. Parece quase normal, mas é um acontecimento extraordinário. Mérito a uma personalidade única, 100% focada em ser o melhor dos melhores, num tipo de auto-exigência fora do normal e um talento capaz de firmar o seu nome lá bem no cimo das lendas do futebol. Haverá um futebol português antes e outro depois de CR7 e eu adivinho que todos os amantes do espectáculo dentro das 4 linhas sentirão um dia muitas saudades de ver este super-atleta em campo. Parabéns!

O Mau
É bom que sigamos todos com muita atenção o que se passa com o Valência, aqui na nossa vizinha Espanha. O principal "projecto de clube" de Mendes e Lim (sim, há outros) está a revelar-se um fracasso total. A míseros pontinhos da linha de descida de divisão, os "morcegos" parecem destinados a implodir por dentro, com uma massa adepta que exige o retorno da SAD às mãos dos adeptos, facto que deve estar a colocar o nosso "comendador" português a desejar nunca ter recomendado ao seu amigo asiático esta jointventure.

Os Vilões
Bruno de Carvalho propôs ontem 11 medidas para melhorar a arbitragem em Portugal. Concordo com 95% das sugestões, tal como sei que 100% delas serão ignoradas. Num passado não muito distante a resposta dos responsáveis do apito às críticas era normalmente "apresentem medidas, façam propostas, sejam construtivos e ajudem o sector a melhorar". Pois eu tenho dúvidas que tenha existido um presidente de clube com mais currículo neste campo e não é por isso que o quadro tem melhorado. Aliás rio-me quando ouço a desculpa esfarrapada que a situação actual deriva da saída de árbitros muito experientes e a entrada de todo um novo elenco com muito poucos jogos na 1ª categoria. Como se antes tudo estivesse bem, como tudo se resolvesse daqui a um ano ou dois, com o ganho de experiência acumulada. Não. O que é péssimo, melhora ligeiramente com o tempo, mas quando muito ficará apenas mau. Quando não há talento e apenas vontade de favorecer um sistema, quando não há amor pelo jogo mas sim uma adoração egocêntrica pelo protagonismo, quando algo foi criado, engordado e carregado ao colo para ocupar um posto...dificilmente poderá acabar com o clima de tensão ou a sensação de falseamento da verdade desportiva.
Este novo quadro de jovens árbitros é uma geração espontânea de produtos "pré-fabricados" nas empreitadas do assalto lampião ao poder na FPF e está a cumprir o seu desígnio com brilhantismo. Ninguém poderá negar que a coincidência astronómica de em 4 ou 5 anos, podermos contar pela metade dos dedos de uma mão a quantidade de jogos em que existem mesmo lances que desvirtuaram o resultado das partidas em prejuízo da equipa encarnada. É de uma anormalidade tal, que se torna embaraçosa sequer alguma explicação contrária.
As 11 medidas de BdC, irão ser ridicularizadas, pisadas, rejeitadas, ignoradas...tal como a intenção de realmente dar crédito e independência ao sector da arbitragem. Só por si, esta situação é bem emblemática do estado tóxico a que se chegou e adivinho que os verdadeiros DDT's do apito (vulgo Vieira e amigos) desejem profundamente a continuação do caos e a lama, pois só neles podem continuar a autocoroarem-se como os "protectores" dos árbitros. Começo a perder a esperança que em Portugal consigamos resolver este problema e aproxima-se, julgo, o dia em que algo de muito trágico irá acontecer. É que sempre que a espécie humana se encontra num beco-sem-saída, o cataclisma costuma ocorrer. E a culpa não morrerá com autores directos do incidente, mas sim com toda a corja que amarrou durante décadas os árbitros a pactos de sobrevivência e impediu voluntariamente a melhoria a isenção das arbitragens.

SL

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A humanidade tendenciosa

É uma condição humana. Dizem os árbitros em sua defesa que o erro faz parte do jogo, que são falíveis e que o desafio é fazê-lo o menos possível. Concordo. Mas o que dizer quando o clube a quem acontece toda e qualquer peripécia é sempre o mesmo? Poderei eu pensar que os árbitros são mais humanos nos jogos em que participa o meu clube? E o que dizer da superlativa humanidade de normalmente, e independentemente dos adversários, ser o meu clube o alvo específico dessa condição?

O resultado do erro é óbvio - o prejuízo. O Sporting fica fora de uma prova, verá menos receitas, a equipa terá agravado ainda mais a falta de confiança crónica que salta à vista em cada minuto de cada partida e a "recuperação" tenderá a ser adiada por mais alguns jogos. A ferida foi profunda e atravessará transversalmente todo o clube, do adepto ao presidente. A procura de erros próprios deve ser feita por quem de direito, mas valha a verdade, o erro mais óbvio ontem não foi cometido por André, Castaignos, Douglas ou Coates, mas sim por Rui Oliveira e o tal fiscal de linha que foi "metido" à última hora na partida.

Quando todos preferirem olhar para os erros dos jogadores e treinadores do Sporting na partida de ontem, eu pergunto aos mesmos se estão convencidos que o Setúbal merecia o desfecho da partida e se basta uma brisa e uma queda qualquer na área ao minuto 92 para mudar o resultado de um marcador. É que se a humanidade do nosso futebol vai até esse ponto, então todo o futebol português passará a ser dominado por artistas de teatro físico e não por jogadores de futebol. Para quê ter avançados que rematem bem ou saibam "voar entre os centrais" se podemos ter um jogador que sentido 1 ou 2 dedos nas costas sabe cair convincentemente e agradar à "humanidade" do árbitro?

Qual a honra? Onde está o mérito? Que valores promove o futebol português? "Estás a delirar" diram vocês. Sim, têm razão. Há muito que o futebol cá no burgo se tornou uma corrida por lugares e um showdown de truques e fitas. Ganha quem coloca mais "humanitários" na 1ª categoria. Ganha quem instrumentaliza as instituições e manobra túneis de vento que fazem ascender gente seguidora desse conteúdo assimétrico e propangandístico da página de Hugo Gil à posição de poder decidir "humanamente" a saída de prova de um clube.

Há espaço para revolta ou devemos acatar e abraçar ternamente mais um erro? Há lugar a uma forte e firme posição junto da Liga, FPF e APAF ou vamos recear represálias? Há coragem para repetir "Basta!" ou o apoio (sem resultados práticos) a um novo Conselho de Arbitragem vai nos silenciar a raiva? Digam-me vocês, o que "humanamente" vos vai na alma.

SL

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

O momento certo

Todas as eleições num clube de futebol são momentos importantes. É nelas que se decide quem irá estar ao comando, mas sobretudo quem irá definir o que é e o que poderá ser o clube no futuro. Mais significativo que isto não fica. Nas últimas eleições do Sporting o foco era a vertente financeira, o clube vivia amarrado por pesados endividamentos e sem margem para revitalizar desportivamente aquilo que já era um verdadeiro sufoco de agendas de empresários que detinham mais poder no balneário da equipa que o próprio Sporting.
Os adeptos cansaram-se de projectos e projects, de finance e finanças e tudo que queria era eleger alguém que garantisse o máximo de travão à delapidação do pouco património desportivo e físico que ainda restava. As palavras "banca", "investidores" ou "reestruturação financeira" foram repetidas ciclicamente em todos os discursos e análises.

O melhor mérito que se pode dar ao mandato de BdC é que nas próximas eleições o tema das finanças do clube não será tão esmagador. O clube fez um intenso trabalho de emagrecimento e de negociação, aproveitando o facto de também a banca não ter interesse em liquidações ridículas e execuções de contratos que em nada beneficiariam as partes. Apesar de toda a campanha de choraminguice vermelha (curioso como os que se dizem ricos reclamarem do pouco que se dá a quem chamam arruinados) a reestruturação foi feita, está a ser cumprida e, para espanto de muitas aves de agoiro, está a devolver ao Sporting alguma autonomia, que em último grau também tem favorecido o saldar faseado das dívidas. Ao contrário de muitos a quem empurraram os desfalques para o buraco sem fundo dos "bancos maus", o Sporting está a pagar as suas dívidas.

Mas toda a recuperação financeira tinha um alvo bastante específico que ia muito para além do evitar de fechar as portas. BdC bem cedo mostrou que o seu grau de exigência não se apaziguaria com o modelo de clube "bem comportado" que olhando só para os números aceitaria um papel de subserviência aos "ganhadores" de títulos nacionais. Lutar era verbo e em mais do que uma ocasião neste mandato, o Sporting foi a equipa que melhor futebol praticou, disputando os títulos como qualquer candidato natural. O mandato acabará infelizmente sem um troféu de campeão nacional, mas andámos muito perto de o conseguir e mais do que isso, a distância de modelos desportivos entre o Sporting e Porto/Benfica é hoje muito menor. Existe, mas é muito menor...e lamento dizer aos adeptos dos nossos rivais, mas só não será mesmo igual porque as suas subserviências aos interesses dos empresários ainda faz com que a curto prazo existam mercados que o Sporting não acede. A longo prazo a história será bem diferente e chegará o dia em que uma pequena venda do Sporting equivalerá a uma boa venda dos nossos rivais.

Se o primeiro objectivo do mandato de BdC foi alcançado, a segunda prioridade não o foi. Apesar da crescente vitalização da massa adepta e do aumento exponencial do número de sócios, desportivamente o trabalho ficou ligeiramente aquém do pretendido. É preciso que nos lembremos que quando BdC tomou o poder, o clube lutava para não ser humilhado na tabela classificativa e desde então deixámos de lutar pelo acesso à Liga Europa e alinhámos maioritariamente na disputa pelas primeiras posições. Parece fácil, parece até natural, mas há quatro anos atrás, o ponto onde estamos agora seria efectivamente um sonho. O cinismo e a hipocrisia não devem prevalecer em relação à verdade e à história do nosso clube. Nós estivemos falidos, a centímetros de um PER, a segundo de capitular o estatuto de "grande".

Nestas eleições, muitos evitarão de fazer estes flashbacks, dando-nos a comer que o que foi feito qualquer um o faria e que há mérito residual em chegar onde chegarmos, mais do que uma estratégia eleitoral para minorizar o candidato que é o actual presidente...isso é a pior forma de reconhecer o caminho de regresso que muitos adeptos fizeram ao voltar a ser séocio, ao voltar a visitar Alvalade e a contribuir para tudo o que rodeia a clube. Que não vão por aí, pela estrada de negar todas as pedras que afastámos no nosso caminho, pois se alguns não mexeram um dedo e preferiram assistir de longe nos seus "camarotes" à revitalização do clube, não merecem hoje afirmar que o colocarão noutro patamar se forem eleitos. Onde estiveram durante 4 anos? O que viveram nestes 4 anos?

Ouço muitas pessoas a falar sobre o divisionismo que comandou o mandato desta actual Direcção, mas fico sinceramente a acreditar que muitas pessoas olham ainda para o Sporting como um clube de cavalheiros, um emblema de recriação para o passeio de virtudes de certas elites e não um clube de futebol que existe para dar alegrias e bons espectáculos a milhões de fãs espalhados pelo mundo. De muitas formas a visão de muitos "notáveis" e "linhagens" do Sporting é pequena demais e amarra o clube a uma cartilha de "bons comportamentos" que estão completamente desactualizados face ao panorama do futebol luso e mundial. Continuo a ver demasiada gente a querer mexer em merda com punhos de renda. Este é o momento certo para enterrar de vez a maior divisão de todas dentro do Sporting. Não existe Sporting deste e daquele, só há um e terá de ser igual para todos, desde o homem do lixo até ao banqueiro, do presidiário ao cirurgião. E quanto mais igual, melhor.

O melhor que Bruno de Carvalho trouxe ao Sporting é o orgulho e a crença de que não somos menos, nem menos capazes que qualquer outro emblema e isso só foi possível porque ninguém mais do que ele acredita nesse estatuto, nesse ideal. De uma forma mais pura e mais ingénua, BdC é o intérprete mais incomodativo do lema e inspiração do nosso clube. E isso agita as invejas de quem não consegue orgulhar-se do sportinguismo de outros.
Podemos discutir os "estilos" e a validade de algumas opções deste presidente, mas este também é o momento certo para nos deixarmos inspirar por quem se dedicou a uma visão máxima do clube e muitas das vezes desespera com a falta de militância, espírito de luta e tenta vezes sem conta, brutamente e sem tacto, dar vida a um corpo que desejava mais sólido, uno e dinâmico. Desejo, sinceramente, ao Presidente Bruno de Carvalho a humildade e a ponderação que lhe terá faltado pontualmente para resistir aos momentos muito bons e aos piores. Mas também lhe desejo toda a saúde, pujança e capacidade para enfrentar durante mais 4 anos todos os fantasmas e cadáveres que ainda persistem nos corredores de Alvalade e especialmente nas cabeças de muitos "velhos" que se recusam a "seguir" o comando de seja quem for, tal como um "cavaleiro nunca será peão" e outras velhas parábolas que se agarram aos últimos suspiros de um regime social caduco e bafiento. E não tenhamos qualquer dúvida de que o mais difícil estará por fazer, pois acredito profundamente na frase batida de que "o mais difícil de mudar são as mentalidades". Difícil, mas não impossível.


SL


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Reaprender a jogar

A melhor forma da equipa do Sporting (e já agora de nós adeptos) conseguimos desbloquear este mau momento é deixar de pensar em títulos, em tabelas, nos pontos perdidos ou o que os outros têm de perder para que entremos ou reentremos nas contas. Cada jogo deve ser entendido como uma etapa e o foco deve ser garantir a vitória nessa partida e deixar de pensar em questões paralelas, deixar de supor, de vislumbrar, de remoer. Devemos e teremos de pensar assim, logo que se inicie o jogo de hoje. Se isso não for o drive principal dos jogadores, a tensão sufocará o colectivo à mais pequena contrariedade e sobre as pernas carregarão o seu peso e toda a carga de uma época falhada...em Dezembro. Mais do que a táctica ou o que o adversário pode fazer, a nossa equipa deve isolar o contexto geral e focar-se no que está a fazer no momento e no que terá de fazer para ultrapassar um adversário de cada vez. O trabalho mental com os jogadores é muito importante e a mensagem deve pelo menos ser clara numa coisa: hoje é o Beleneneses e não as ambições do próprio Sporting que joga contra nós.

SL

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

O que fazer?

Parece-me claramente que o principal a fazer agora é: pensar. Sobretudo identificar problemas e partir para soluções. Querer fazer rolar cabeças só pode fazer sentido se isso for a melhor solução neste momento particular, que sinceramente não acredito que seja. Acredito sim que não existe, nesta altura, um balneário a respirar confiança e solidariedade, pois não é isso que vemos dentro de campo.
Presidente, directores, treinador e capitães de equipa deveriam humildemente aceitar que todos, num coletivo, não estão a fazer um bom trabalho e como são pagos (e bem!) para isso...urge mudar algo, sendo que o principal é a atitude competitiva e a compreensão que se está a perder tudo o que foi ganho na temporada passada. O Sporting precisa do talento e arte de todos ao serviço do que melhor são capazes de fazer, só isso e muito empenho nos poderá salvar de uma hecatombe política e do fim de algo que ainda estava a começar.

SL

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Live to fight another day

Pode não ter sido a vitória com mais brilho de todas, mas foi o suficiente para manter a equipa ligada à época desportiva.

Equipa:
Patrício | Pereira, Zeegelar, Coates e Semedo | William, Adrien, B.Cesar (B.Ruiz) e Gelson | Campbell (Elias) e Dost (Castaignos)

Resumo:
A vitória em Setúbal foi o suficiente para, esperemos, fechar um ciclo. A equipa esteve mais lenta, mais errática e sobretudo menos criativa. Os princípios de jogo estiveram lá e o talento também, isso e um pouco de brio foi o que nos salvou. É que o cansaço físico e psicológico foi evidente, tão evidente como pareceu desaparecer logo após o golo de Bas Dost. O Setúbal jogou no erro do Sporting (e quase aproveitava um mau atraso de Semedo) mas mais não se atreveu do que tentar retirar espaços ao ataque leonino. Depois do golo, faltaram as pernas para pouco mais do que havia feito em toda a partida.

Os Melhores:
Dost (pelo golo que decidiu o jogo) e Rui Patricio (salvou dois golos)

Lesões & Ocorrências:
- Adrien falou um penalti;
- Ryan Gauld (emprestado ao Setúbal) saiu lesionado na 2ª parte.

Pontos & Contas:
O Sporting apurou-se para os Quartos de final da Taça de Portugal, juntamente com Leixões, Sp.Covilhã, Académica, Estoril, Benfica e Desp.Chaves. Falta disputar o último jogo da eliminatória (V.Guimarães - Vilafranquense). O sorteio é dia 20 de Dezembro às 15h00.

Próximo Jogo:
Domingo, às 20h15 em Alvalade, frente ao Braga

SL